"Escrevo cartas que não mando e vivo de eternas esperas por momentos que duram pouquíssimo tempo levando em consideração o tamanho da vontade de te ver. Uma mescla de amor unilateral e amor platônico com uma pitadinha de não correspondido. Vê se pode, moço, você não me corresponde e eu aqui, falando de você! Quem diria que eu, aos vinte e poucos anos, ainda fosse sentir algo assim, algo do tipo primeiro amor, mão gelada, medo de dizer, essas coisas que a gente sente quando conhece a tal da paixonite. Quem diria que ainda fosse me sentir assim, meio tonta e toda boba – toda grogue. E aí eu escrevo mesmo, a única forma de minimizar o meu desejo, nem que seja só um pouquinho, é despejando num papel tudo que eu gostaria de te dar. Quem nunca sentiu borboletas no estômago aos vinte e poucos anos não sabe o que é um amor de verdade."
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eu escrevo mesmo, a única forma de minimizar o meu desejo, nem que seja só um pouquinho. Lindo demais!
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