Novas expectativas substituíam as antigas frustrações. Ele não precisava dizer nada, seus olhos a elogiavam. Um passo a frente, bateu a porta, antes que ela pudesse se mover ele a prendeu em seus braços. Ela sorriu surpresa. Era bom estar ali. Era seguro. Confortável. Passou os braços em torno dele e o puxou para
mais perto, se é que isso era possível. Tê-lo parecia fácil, natural, todo o conforto
e paz que ele exalava amenizava a dor. Ele era seu remédio preferido. E ele sabia.
*

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Qual é a sua intenção?