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Mostrando postagens com marcador Sorrisos por aí. Mostrar todas as postagens
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Pra você eu digo SIIIIMMM.



O dia foi incrível! Tive os melhors amigos e as melhores famílias reunidas, brindando e comemorando o amor que nasceu porque sim, porque tinha que ser.
Sem palavras para descrever a emoção que senti e a saudade que já sinto desse dia, toda cheia de vontade de reviver tudo de novo ♥.
Além do dia ter sido incrível, contei com a ajuda de ótimos profissionais, sempre atentos aos detalhes e deixando tudo a nossa cara. 



Dezembro chegou, majestoso, lindo e impecável. O clima está agradável, as horas estão com pressa, a rotina está atropelada e o coração está querendo saltar do peito. É meia noite e pouco e já chorei três vezes. Dezembro parecia distante, remoto, impossível e, num piscar de olhos, estou naquela correria louca de, provar vestido, cabelo, definir acessórios, ajuste aqui, ajuste ali. A ansiedade me querendo fazer comer um pote inteiro de brigadeiro e tomar muita coca-cola.
Resumo: estou nervosa. Estou emotiva, estou chorosa, estou feliz, muito feliz. Uma tranquilidade e alegria que desconheço, apesar dessa rotina frenética que me assusta, visto que hoje ainda é dia, mas amanhã será o "GRANDE DIA". E daqui a pouco natal. E AMANHÃ, logo ali, tão perto quanto um suspiro, eu terei outro sobrenome. E isso me dá vontade de chorar, e eu choro, na vã expectativa de - assim como minha mãe - chorar tudo que quiser, para no dia não chorar. Aham, tá.

Que amanheça e que anoiteça. E que seja além de perfeito. ♥

#ChegouDezembro #CaroleRodrigoVãoCasar #falta1dia



A gente sabe que é amor quando não sente mais vontade de ir embora do abraço. Quando o colo vira ninho, a companhia vira riso e a alegria vira verso. É quando o laço vira nó e não desata. Amor, amor-mesmo, a gente [re]conhece de longe, a gente avista na curva. E não adianta, a gente não consegue fugir, não consegue fingir, não consegue desviar. Amor, amor-mesmo é quando a gente se doa – e se dói, de vez em quando.
É quando as bocas se encaixam e não perdem o jeito, apesar de. É quando os corpos conversam, se atraem e dançam em sincronia não ensaiada. É quando o ritmo não se perde, mesmo que a música não toque com frequência. A gente sabe que é amor quando a falta sobra pelos cantos da casa, quando a cama – larga – é pequena pra caber tanta ausência. A gente sabe, embora ache que não. Amor é quando você levanta de madrugada e vai correndo escrever, é quando esse amor todo transborda no peito e escorre pelo papel.
Amor, amor-mesmo, é quando a gente não sabe nem explicar, é quando os porquês não têm importância e as palavras são desnecessárias, é quando o ‘apesar de’ não é nada perto do ‘sempre que’.

"Eu posso ser o seu abrigo.  Mas se você não quiser. Me nego a todo e qualquer castigo. Mas só quero que saiba meu bem. Te levo sempre comigo."

"Meu querido, no meio do ódio, eu descobri dentro de mim , um amor invencível. No meio das lágrimas , eu descobri dentro de mim, um sorriso invencível. No meio do caos, eu descobri dentro de mim , uma calma invencível.Eu realizei , depois de tudo , que... No meio do inverno , eu descobri um verão invencível. E isso me deixa feliz . Por isso eu digo , que não importa quão difícil e duro o mundo venha contra mim, dentro de mim vai ter sempre algo mais forte - algo melhor , que vai empurrar contra de volta, bater de frente com todas as coisas ruins que vierem. " 




Fecho os olhos e sinto tua respiração quente ao tocar meus lábios, tua barba por fazer me arranha levemente a face, deslizando da orelha ao pescoço, o que me faz arrepiar suavemente. De olhos abertos, mergulho no mar dos teus, que hoje brilham feito céu estrelado, reluzindo feito a lua nas águas verdes dos mares. Teus dedos embrenham-se pelos meus cabelos, descendo até a nuca, em um toque carinhoso e pretensioso que me faz viajar. Teus braços fortes me enlaçam em um ninho de proteção e desejo e eu sinto teu coração bater acelerado junto ao meu, num compasso não ritmado, mas completo. É quando não te pertenço que me sinto tua, e é só quando sou tua que me reconheço de verdade. Gosto da curva maliciosa que se faz no teu sorriso e da combinação contrária dos teus cabelos tão escuros que caem desalinhados por entre teus olhos castanhos claros. Gosto quando chega sem avisar, envolto num sorriso e braços largos. Gosto, especialmente, quando chega.
Abri os olhos, o dia continua ali a me desafiar. O sol, que vem e vai embora todos os dias, ficou ali pra me mostrar que as coisas lindas, para serem lindas, precisam mesmo ser finitas. E que a finitude se perde no infinito das lembranças para que exista a saudade, para que a gente eternize essas coisas tão lindas que, mesmo tendo fim, continuam sua história dentro de nós.


Ele mora lá onde eu escondo os meus segredos, o moço mora no sorriso tímido e no corar do meu rosto quando estamos a sós. Ele é moreno, bonito e sensual. E esconde nesse corpo de homem um garotinho de sorriso largo, esconde nos olhos um brilho que quase ninguém é capaz de perceber. Ele tem o dom de me fazer rir sem fazer graça, me fazer esperar sem fazer promessas, me fazer querer sem nada fazer. Ele mora lá no frio onde as borboletas fazem festa quando eu o vejo, mora no perfume que ficou depois daquele abraço apertado no dia do meu aniversário. Ele mora no meu sonho de todas as noites, mora na minha vontade de ser real, de querer bem - de ser seu bem.
Ele é todo cheio de prosa e eu fico toda derretida. Esse moço me acalma. E nem ele mesmo sabe da leveza que carrega consigo. Nem ele mesmo sabe da paz que me traz e do fôlego que me leva. Ele sabe como parar o mundo – o meu mundo - com um sorriso. Sabe bem como me deixar muda. Ele consegue me ler, só ele me vira do avesso. Ele me molda. E eu, bruta, nas suas mãos viro arte. Ele mora na vontade de me aninhar nos seus braços, mora na sensação de embaraço, de não saber explicar esse calorzinho aqui no peito, mora nos meus sorrisos distraídos lembrando as suas bobices, mora na minha vontade de amar. Todo dia. O mesmo moço. Todo dia. Feito sempre a primeira vez.


"Sempre há motivos para comemorar.
Comemorar sonhos, comemorar luz, comemorar vida."





Hoje, tenho o prazer de partilhar com vocês 2 anos de Qualquer Intenção. O blog completa 2 aninhos de vida! Êbaaaa!!! Engraçado, eu nunca pensei que iria tão longe. Sempre gostei muito de escrever,  mas confesso que foi aqui que isso se intensificou. Durante todo esse tempo, conheci vários mundos, passeei por vários lugares, fiz amigos, fiz poema, poesia, fui menina, mulher, criança, fui atriz. 
Posso dizer, com toda a certeza do mundo, que foi o melhor ano para mim. Melhor Carol? Sim, melhor. Melhor porque apesar das lutas, das dificuldades, eu encontrei bem aqui, um refúgio; um lugar onde eu consigo me achar, consigo entender e me conectar com o meu ego. Melhor porque eu percebo que ainda há muito pela frente e que ainda me resta muita coisa para aprender. Melhor porque aqui os problemas se vão, eles passam, é sério; nem que seja por alguns instantes. Aqui tudo tem significado ímpar. Tudo ganha cor, razão para existir, ganha luz e magia. De uma brincadeira, o assunto foi ficando sério. 
De refúgio passou a ser moradia da alma. Hoje eu não largo mais. Escrever já é parte inseparável de mim. É como aquele melhor amigo ou como um presente que você ganhou e guardou com todo o zelo e afeto já vistos. Aqui é lugar de cirandas. De bailar. Lugar de esquecer um pouco o mundo. De brincar de faz de conta. É onde eu me encontro. Sou mais minha. Sou menina, mulher, amante... Onde desfaço as incertezas e brindo a paz. Aqui é lugar de vôos mesmo. Lugar de céu. 
Aqui também há medos, eu sei. Tem uns choros. Uns risos abafados. Aqui tem. E eu sou imensamente grata pelo carinho que semearam neste caminho até aqui. Agradeço pelas flores que já vieram e pelas que ainda estão por vir. Agradeço. Agradeço a quem se dedica a ler. A todos aqueles que acompanham e de alguma forma se identificam com as minhas transições. Comemoro porque quero mais. Acho que ainda é só o começo. Estou aprendendo e estarei sempre. Coisa boa de sentir. Abençoado seja!
Obrigada a todos os amigos que fizeram do QUALQUER INTENÇÃO nosso cantinho.



Porque a minha inspiração sempre vem através desse olhar castanho que abriga estrelas. Teu olhar felino que, me causa arrepio e enlouquece todas as borboletas que moram aqui dentro. É possível? Nem mais o céu inspira-me tanto. Foi a vez das nuvens, das estrelas, do mar com suas ondas perfeitas, da chuva melancólica...

Ainda, além de você, me resta a lua. Sem você não há lua. Sem você não há inspiração. Matemática boba. Você igual a lua. Você igual a inspiração. Lua, inspira...

... mas o que fazer com a inspiração se, a dias, o céu é cinza?



E eu, que tinha um sorriso pouco, olhos que queriam fazer oceanos e coração tímido, vejo-me redesenhada: inventei um novo amor. Redescobri um sorriso escondido, conheci melhor meu coração e a moça que vejo refletida no espelho, carrega um outro brilho no olhar.
Digo que descobri meu verdadeiro eu. A moça que sumia por detrás da armadura fria, feia e sem graça: um projeto de gente, que veio a tornar-se gente. Por dentro dessa carcaça, existe uma garota doce, apaixonada e com vontade de doar-se. Descobri-me, não. Descobriram-me.
Ele teve a coragem de penetrar dentro das minhas fraquezas e atingir esse pobre coração. Veio com cola, linha e agulha e reconstruiu um coração fraco, acabado, despedaçado. Reconstruiu e pegou pra si. E eu, não fiz a menor objeção.
Nesse caso, faremos, eternamente, esse trato: eu te dou meu coração e tu me dás o meu melhor sorriso, o meu melhor eu, o meu melhor amor. E serei eternamente grata por isso.



Eu poderia me apaixonar por qualquer cara no mundo inteiro, mas eu escolhi você porque, bem no fundo, as suas paranoias são iguaizinhas às minhas. E todos esses defeitos que eu tanto odeio são apenas detalhes. Quer saber? O que importa, na verdade, não é o quanto você seja meio estranho, meio louco, meio ‘de lua’, sei lá, não saberia descrever; o que importa, de verdade, é o quanto você mexe comigo. E, sendo mesmo muito sincera, você mexe muito. Me revira, aliás. E a verdade é que eu adoro.
Desde então, bateu uma vontade de te escrever, qualquer coisa, sei lá. Algo que você não possa ler ou que, se ler, não vá se identificar. E, nisso estou aqui, tentando escrever ao menos uns trezentos caracteres pra alguém que, da vida, não sei nem um parágrafo completo de quarenta e oito.
Tudo SÓ porque nunca tinha encontrado olhos como os teus – tão comuns.
Que o teu afeto me afetou, é fato”, embora eu pouco saiba de ti e vice-versa. Quem sabe um dia... Por enquanto, só sei dos teus olhos, das minhas vontades e da ansiosa espera de te encontrar por aí, talvez.
Ele é tudo que eu sempre esperei num tipo que eu nunca quis.
Sem mais parágrafos. Sem nenhum porquê. Sem nenhuma razão de ser, apenas por sentir. SÓ por sentir.



Você tem me roubado muitos pensamentos e distrações e aposto sem medo de perder que nem desconfia. Quem diria que você, com esse seu jeito meio tonto, meio bobo e todo atrapalhado iria conquistar alguém – iria me conquistar. Justo eu, tão cética, tão controlada, tão racional, tão contra todas essas besteiras que a gente faz quando se está apaixonado, justo eu que odeio ser piegas e não sei ser romântica. Quem diria que eu, logo eu!
 Você vive com a cabeça na lua e os pensamentos em algum lugar pra onde eu iria correndo se soubesse o endereço.
Não quero e não vou te falar dos meus medos, das minhas vontades, das minhas lutas, nem dos sonhos que tenho contigo todas as noites. Não vou falar pra você que só durmo de luz apagada, mas de vez em quando tenho medo do escuro. Você já sabe dos meus pontos fracos porque eu estremeço toda perto de você. Você sabe muito de mim porque eu sou mulher e falo demais, mas você não sabe do principal porque você é homem e ouve de menos.
Você não sabe do que eu não digo, do que você só saberia se me lesse nas entrelinhas ou se traduzisse meus olhares. Vivo querendo dizer, mas você é tonto e não percebe.
Você tem me roubado sorrisos que eu nem me dou conta, tem me feito ficar minutos a mais em frente ao espelho corando as bochechas toda vez que vou te ver. Você tem entrado nos meus sonhos e nos pensamentos e, mesmo que não saiba da sua morada aqui por dentro, traz às minhas manhãs de Sol a pino uma brisa leve que faz onda nos cabelos, que moldam tão bem teu rosto simples de traços de menino brincalhão. Você tem me roubado de mim mesma.
Você, pra quem eu quero dizer muitas coisas, mas acabo não dizendo nada. Você, que anda me ganhando sem saber e acertando sem querer, você não sabe de nós dois. Não sabe que eu e você temos uma relação saudável, que poderia ser bem mais feliz se só eu não sentisse e quisesse e desejasse. Seria bem mais feliz se o sonho que eu sonho sozinha fosse sonhado por nós dois. Tudo seria mais perfeito se eu acordasse no meio do meu sonho de todas as noites e te visse, feliz, a sorrir do meu lado.



Quantos mares se escondem por detrás desses teus olhos? Qual é o teu segredo? Não sei que laço invisível foi esse em que você me prendeu. O moço é todo mar. É todo onda. E é nessa onda que eu quero me arriscar. Eu não sei qual o mistério que se esconde aí por detrás dessa cortina , que me chama, me convida e seduz. Por quantas curvas ainda vou me perder enquanto passeio pelo teu corpo? Por quantos mundos eu viajo enquanto me perco? Nem eu sei e, pra falar a verdade, nem quero mais saber. Aliás, quem disse que eu quero me achar? É que você me desarma, moço - e eu fico toda perdida. É que você me confunde e me faz esquecer do que li naqueles manuais. Você fugiu das regras, inclusive das minhas.
Não resisto aos teus olhos por entre o contraste do teu cabelo escuro. Aí você ri e põe a mão no queixo. Eu gosto daquele jeito bruto, gosto da fala mansa, do sorriso meio de canto e da forma tosca como me enlaça e me faz perder o fôlego. Gosto das tuas mãos quentes e leves que sabem bem onde pousar, gosto da barba por fazer quando dança pelo meu corpo. Eu gosto de você, rapaz – e do seu passo desajeitado.
Eu sei que você esconde um tesouro por detrás desse olhar, eu sei que você esconde segredos que eu ainda vou desvendar. O moço é todo mar. É todo onda. E é por detrás desses teus olhos que eu quero me afogar.